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Sem democracia na mídia não há justiça social

Opções

Todos os dias, 24 horas, o monopólio midiático liderado pela Globo, martela a favor do impeachement da presidente Dilma Rousseff, eleita democraticamente com 54 milhões de votos. Falam e constroem uma narrativa de visão única para milhões de brasileiros. 

Claro que esses veículos conservadores têm o direito de expressar suas opiniões, mesmo negando que o façam, alardeando uma falsa isenção. O problema é que não existe um contraponto que tenha o alcance da audiência que essa concentração absurda permitiu.

O fato é que sete famílias, o coronelato da mídia, busca dizer o que é o certo e o que é o errado no Brasil e no mundo. Os veículos que se contrapõem a esse massacre, como Caros Amigos, são pequenos e sobrevivem a duras penas lutando com pouquíssimos recursos financeiros. No mais das vezes continuamos a batalha devido ao apoio dos colaboradores, colunistas e dos leitores que nos prestigiam comprando a revista, todos os meses, há 19 anos.

Infelizmente, mesmo nesses 13 anos de governos do PT e aliados, não houve uma política democratizante para os meios de comunicação, sobretudo os alternativos e anti-hegemônicos, que utilizasse a verba publicitária para contemplar e fortalecer a pluralidade de visões e opiniões tão necessária à democracia.

Apesar da relevância que tem, Caros Amigos enfrentou e enfrenta essa falta de política produzindo um jornalismo de qualidade, crítico e alinhado com as demandas dos muitos direitos sociais e econômicos que ainda precisam ser conquistados. É por tudo isso que pedimos seu apoio. Nesse momento, ele é fundamental para mantermos o projeto editorial que busca se contrapor à visão única e conservadora da grande mídia, que novamente busca dar um golpe na democracia e na vontade soberana do povo brasileiro, expressa nas urnas em 2014.

Essa mídia não perde o costume e ,defendendo os grandes interesses econômicos e financeiros, querem repetir os golpes de 1954 com o suicídio de Getúlio Vargas e o de 1964 contra o presidente João Goulart, que nos levou a 21 anos de ditadura e falta de liberdade.

Você pode nos ajudar, na prática, a enfrentar essa situação. Fortaleça a mídia democrática. Contribua com a Caros Amigos.

É muito fácil, rápido e seguro. 

Opções

 

 

 

 

 

Desde já agradecemos seu apoio.

 

Equipe Caros Amigos

André, Aray, Clarice, Douglas, Fania, Lúcia Ricco, Lúcia Rodrigues, Lilian, Maria Cecília, Nei, Nina, Pedro, Wagner, Wanderley, Zélia.


Se preferir, faça uma assinatura da revista Caros Amigos. 


 

ATENÇÃO: você pode cancelar a sua contribuição mensal a qualquer momento sem burocracia e com segurança.  


 

 

 

CA194-CapaSiteCaros Amigos edição 194

A censura da grande mídia ao debate sobre a regulação dos meios de comunicação e suas manipulações políticas são o tema central da edição 194 da revista Caros Amigos, que chega às bancas nesse mês de maio com uma edição extra: o livro “O Brasil da Inovação”, sobre pesquisa e desenvolvimento em áreas consideradas estratégicas. A edição em dose dupla traz também reportagem sobre a vida dos imigrantes que estão chegando ao País; artigo do economista Paulo Kliass sobre a campanha midiática dos rentistas pelo aumento na taxa básica de juros e entrevistas com o deputado estadual do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, e a diretora Tata Amaral, que fala de cinema e militância.

“O Brasil tem plena liberdade de imprensa, mas a participação da população é limitada. É o que Paulo Freire chamava de ‘cultura do silêncio’, a ausência de participação da maioria”, diz Renata Mielli na reportagem sobre a ditadura da grande mídia. A matéria mostra os que dominam o espectro eletromagnético, impõem seus assuntos de interesse, seja da agenda política, econômica ou social, e dividem polpudas verbas publicitárias. A reportagem também mostra como são as leis reguladoras em vários outros países.

Em outra reportagem, a nova edição faz um retrato da realidade vivida pelos imigrantes, grupo do qual os haitianos se tornaram o mais conhecido. Apesar de já ter se tornado rota da imigração internacional, o Brasil ainda vive sob um estatuto repressor, aprovado nos estertores da ditadura militar e enfrenta morosidade na aprovação de um novo estatuto. “Todas as questões ficam pendentes”, diz o presidente do Conselho Nacional de Imigração, Paulo Sérgio de Almeida, acusando a dificuldade em se formular políticas de apoio e acolhimento.

O economista Paulo Kliass debate a campanha midiática pelo aumento na taxa básica de juros aproveitando a alta no preço do tomate e insuflando velhos temores do “dragão da inflação” e seu descontrole. Em outro artigo, Renato Pompeu debate se o futebol é ou não o ópio do povo. A nova edição de Caros Amigos tem ainda reportagens sobre o processo de paz entre as Farc e governo da Colômbia e os processos eleitorais recentes na América do Sul, principalmente na Venezuela e Paraguai; o perfil do cientista boêmio Paulo Vanzolini, além dos artigos e colunas dos colaboradores - José Arbex Jr., Frei Betto, João Pedro Stedile, Gilberto Felisberto Vasconcelos, Sergio Vaz, Mc Leonardo, Marcos Bagno, Eliete Negreiros, Gershon Knispel e Renato Pompeu

O Brasil da Inovação

BrasilInovacao-SiteJunto à edição 194, circula o livro “O Brasil da Inovação”, com patrocínio da Petrobras, que reúne reportagens e artigos sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação em áreas estratégicas para o País. Nanotecnologia, aeronáutica, cibernética, agricultura, transporte, petroquímica e geração de energia ou medicina, além das inovações sociais que transformam cidades e vidas. A edição tem ainda artigos de vários especialistas.

Nas mais de cem páginas, o livro mostra a corrida do País pela independência tecnológica, um dos alicerces da soberania nacional. Um exemplo, da própria Petrobras, é a grande rede de laboratórios e pesquisadores envolvidos na exploração do pré-sal, reservas de petróleo mais que estratégicas, uma grande oportunidade de novos investimentos sociais.

Os grandes centros brasileiros de pesquisas e excelência, como Embrapa ou ITA, estão no livro mostrando mais da capacidade brasileira de buscar soluções próprias seja na agricultura, com pesquisas de ponta, novas e melhores variedades de plantas e processos sustentáveis; ou no espaço, onde os gigantes do setor guardam a sete chaves os segredos da navegação, uma barreira tecnológica a ser vencida.

O livro também traz as conquistas no setor de transporte, na aviação civil, que busca novos materiais nanotecnológicos; e em terra, como o aeromóvel, trem que está sendo implantado em Porto Alegre.

A área social é focada nas reportagens, que mostram as inovações para uma vida mais inclusiva, como os métodos de ensino criados por um professor cego; as cidades que já contam com conexão pública à internet, ou o projeto ‘Carreta da saúde’, um caminhão adaptado para consultas que circula periferias de vários estados. Os avanços na medicina também são mostrados através do trabalho de laboratórios como Farmanguinhos e seus parceiros na busca por medicamentos mais baratos e para doenças que nem sempre têm a atenção dos laboratórios privados.

“O Brasil da Inovação” traz ainda artigos do presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rosseto; da secretária de Inovação e Tecnologia de Porto Alegre, Deborah Villela; da pesquisadora Mara de Oliveira, sobre inovação social; da também pesquisadora Renata Autoun Simão, sobre nanotecnologia; do economista Paul Singer, sobre economia solidária; do sociólogo Antonio Gomes Barbosa, que fala das “novas ruralidades”; e do cientista político Gunther Rudzit, que trata da cibernética e guerra virtual.

Ensaio Diversidade - Diana Blok


Manoel de Barros - por Roberto Higa 


Guto Lacaz


Flagrantes - Evandro Teixeira


Mundurukus


Claudius


 

Caminhada Tupinambá


Luzes e sombras

 

A democratização da mídia precisa de você.
Contribua com a Caros Amigos.

Enquanto houver o monopólio midiático não haverá democracia no nosso Brasil.

Caras amigas e amigos,

Enquanto a Globo e a grande mídia hegemônica disserem para milhões de brasileiros, sem qualquer contraponto, o que é a “verdade” dos acontecimentos no mundo, no Brasil e na vida das pessoas, não haverá um país mais justo e soberano. A democracia, a justiça social e a defesa da nossa soberania dependem e precisam de pluralidade de vozes e pontos de vista.

 

A revista Caros Amigos, lançada em 1997, desde sempre procurou fazer esse contraponto e oferecer, com seu jornalismo, uma visão diferente da grande mídia. Ao longo desse tempo oferecemos um jornalismo crítico, de qualidade, baseado em nossos valores e alinhado com todas as pessoas que sonham e lutam por um Brasil mais democrático, justo e solidário. É preciso ressaltar que, em todos esses anos, isso só foi possível com o apoio dos nossos milhares de leitores e a preciosa participação, muitas vezes voluntária, de nossos colunistas e colaboradores.

Mas, como é do conhecimento de vocês, os veículos da mídia contra hegemônica – digitais, eletrônicos e impressos – enfrentam uma grave crise financeira, que também nos atinge duramente, em particular pela queda das receitas publicitárias.

Queremos continuar, como sempre, oferecendo pontos de vista em contraposição à grande mídia conservadora. E queremos mais. Queremos mais reportagens, mais ensaios, mais artigos e análises e mais capacidade de investigação, apuração e checagem. Aliás, também queremos recursos para maior divulgação, e assim podermos falar com muito mais leitores, pois sabemos que eles estão por aí nesse nosso Brasil continente.

É pensando e trabalhando para realizar tudo isso que te convidamos a fazer um contribuição mensal para a revista Caros Amigos. Vocês, nossos leitores, são a garantia da força desse projeto: da nossa independência e de produzirmos bom jornalismo.

Para manter a chama acesa é muito fácil, simples e seguro. 

Desde já agradecemos seu apoio.

Equipe Caros Amigos

André, Aray, Clarice, Douglas, Fania, Lúcia Ricco, Lúcia Rodrigues, Lilian, Nei, Nina, Pedro, Wagner, Wanderley, Zélia.


 

 

 

 

O Brasil da Inovação

LivroInovacaoJunto à edição 194, circula o livro “O Brasil da Inovação”, com patrocínio da Petrobras, que reúne reportagens e artigos sobre pesquisa, desenvolvimento e inovação em áreas estratégicas para o País. Nanotecnologia, aeronáutica, cibernética, agricultura, transporte, petroquímica e geração de energia ou medicina, além das inovações sociais que transformam cidades e vidas. A edição tem ainda artigos de vários especialistas.


Nas mais de cem páginas, o livro mostra a corrida do País pela independência tecnológica, um dos alicerces da soberania nacional. Um exemplo, da própria Petrobras, é a grande rede de laboratórios e pesquisadores envolvidos na exploração do pré-sal, reservas de petróleo mais que estratégicas, uma grande oportunidade de novos investimentos sociais.
Os grandes centros brasileiros de pesquisas e excelência, como Embrapa ou ITA, estão no livro mostrando mais da capacidade brasileira de buscar soluções próprias seja na agricultura, com pesquisas de ponta, novas e melhores variedades de plantas e processos sustentáveis; ou no espaço, onde os gigantes do setor guardam a sete chaves os segredos da navegação, uma barreira tecnológica a ser vencida.


O livro também traz as conquistas no setor de transporte, na aviação civil, que busca novos materiais nanotecnológicos; e em terra, como o aeromóvel, trem que está sendo implantado em Porto Alegre.


A área social é focada nas reportagens, que mostram as inovações para uma vida mais inclusiva, como os métodos de ensino criados por um professor cego; as cidades que já contam com conexão pública à internet, ou o projeto ‘Carreta da saúde’, um caminhão adaptado para consultas que circula periferias de vários estados. Os avanços na medicina também são mostrados através do trabalho de laboratórios como Farmanguinhos e seus parceiros na busca por medicamentos mais baratos e para doenças que nem sempre têm a atenção dos laboratórios privados.


“O Brasil da Inovação” traz ainda artigos do presidente da Petrobras Biocombustíveis, Miguel Rosseto; da secretária de Inovação e Tecnologia de Porto Alegre, Deborah Villela; da pesquisadora Mara de Oliveira, sobre inovação social; da também pesquisadora Renata Autoun Simão, sobre nanotecnologia; do economista Paul Singer, sobre economia solidária; do sociólogo Antonio Gomes Barbosa, que fala das “novas ruralidades”; e do cientista político Gunther Rudzit, que trata da cibernética e guerra virtual.

 

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